quinta-feira, 13 de agosto de 2026

NOVA REGRA 2027 YouTube para monetização de vídeos e shorts

 




O Youtube tem várias formas de monetização algumas delas e metas estão descritos abaixo. 
A INTENÇÃO DO  YOUTUBE ACABAR COM SHORT'S e de IA para videos longos para anunciantes para TV 
 
Você pode ativar o clube de membros e super chat e o shopping:
  • 500 inscritos
  • 3000 horas de vídeos longos nos últimos 365 dias
  • ou 3 milhões de visualizações nos últimos 90 dias
 
Para fazer parte da parceria do Canal e assim poder receber por visualizações dos conteúdos em vídeo é preciso:
  • ter 1000 (mil) inscritos
  • Ter4 mil horas de exibição pública e válidas nos últimos 12 meses em vídeos longos ou 10 milhões de visualizações nos vídeos shorts nos últimos 90 dias.
  • Ter pelo menos 18 anos ou um responsável maior de idade para gerenciar seus pagamentos no AdSense para YouTube.
  • Ter uma Conta AdSense ativa.
  • Ser residente em países/regiões em que o YPP está disponível.
  • Aceitar os Módulos de contrato pertinentes.
  • Criar conteúdo que atenda às nossas diretrizes de conteúdo adequado para publicidade.
Confira se você já atende aos requisitos na área de Monetização do seu canal:
Links que podem ser uteis:


Resumo

O YouTube está dobrando os requisitos de elegibilidade para novos criadores entrarem no seu Partner Program, passando a exigir 8.000 horas de exibição ou 20 milhões de visualizações de Shorts a partir de 1º de fevereiro de 2027.

Quem já faz parte do programa mantém o acesso, mas precisará sustentar um mínimo contínuo de 10 milhões de visualizações de Shorts a cada 90 dias para seguir recebendo receita do feed de Shorts.

O YouTube anunciou que vai elevar significativamente os critérios de monetização para acompanhar o crescimento da plataforma. A empresa do Google promove as mudanças mais significativas no YouTube Partner Program desde 2018. Novos candidatos continuarão precisando de 1.000 inscritos para se qualificar. No entanto, o número exigido de horas de exibição qualificadas nos últimos 12 meses dobrará, de 4.000 para 8.000, enquanto o de visualizações de Shorts em 90 dias saltará de 10 milhões para 20 milhões. Esses critérios de entrada mais rigorosos entram oficialmente em vigor em 1º de fevereiro de 2027.

A gigante do vídeo apontou os números expressivos de consumo como o motivo para atualizar os critérios de entrada. Atualmente, a plataforma registra mais de 200 bilhões de visualizações diárias de Shorts e mais de 1 bilhão de horas diárias de exibição em televisores. Ao elevar o patamar, o YouTube pressiona mais os criadores em ascensão a comprovar que conseguem atrair grandes audiências de forma consistente antes de desbloquear a receita de anúncios programáticos. A mudança representa uma guinada em relação à estratégia recente da empresa, que vinha reduzindo as barreiras para atrair criadores menores.

Embora as mudanças dificultem o acesso à receita publicitária para novos participantes, os atuais membros do programa não serão afetados no que diz respeito a conteúdos longos, mas terão de cumprir novas metas de desempenho. Todos os parceiros atuais deverão manter 10 milhões de visualizações de Shorts em uma janela móvel de 90 dias para continuar elegíveis à divisão de receita do feed de vídeos curtos. Canais que ficarem abaixo desse patamar terão a receita com Shorts suspensa até voltarem a superar o limite.

Além de endurecer os requisitos, o YouTube está expandindo o plano de assinatura Premium Lite para todos os mercados globais em que o serviço padrão opera. A modalidade com menos anúncios destina 60% de sua receita líquida a um fundo exclusivo para criadores, ante 30% das assinaturas padrão. Os repasses são distribuídos com base no tempo de exibição dos assinantes, e os criadores ficam com 55% da receita dos vídeos longos e 45% da dos Shorts.

A liderança da empresa destacou que os assinantes costumam gerar mais receita para os parceiros do que espectadores que assistem a conteúdo com anúncios. A plataforma prevê repassar, em 2027, um montante total maior à sua base de mais de 3 milhões de criadores do que no ano anterior. Para apoiar canais que não atinjam os novos patamares de audiência, os executivos planejam lançar mecanismos alternativos de remuneração. Entre eles, bônus vinculados ao YouTube Shopping e incentivos específicos para fechar contratos com marcas ou impulsionar tendências virais.

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